Tem sido um processo demorado, que ainda não está concluído, mas o facto é que um juiz já autorizou Miguel Peres a não só abrir o Pigmeu na Ribeira, mas também a servir lá refeições ligeiras. Tudo porque a Câmara Municipal de Lisboa terá querido retirar a licença ao espaço, que fica num corredor adjacente ao Time Out Market, onde outrora a alentejana Herdade do Freixo Meio tinha uma loja, que encerrou por causa da pandemia, na qual também se serviam refeições. O responsável do Pigmeu, conhecido restaurante de Campo de Ourique (que se mantém como sempre) e parceiro de longa data da Herdade do Freixo do Meio, decidiu ir para tribunal e conseguiu abrir apresentando uma gama exclusivamente de produtos biológicos certificados, na linha do que fazia o Freixo do Meio, destacando- se também a oferta de vinhos naturais, disponibilizando ainda 15 lugares sentados, espalhados pelo espaço.
“O grande problema agora é conseguir arranjar pessoas para trabalhar”, disse Miguel Peres ao Mesa Marcada. “Para já, só vou estar eu, mas espero em breve encontrar mais pessoas para ajudar”. Com essa grande restrição, o Pigmeu da Ribeira não está a funcionar ao fim de semana, nem à segunda-feira, ficando nos restantes dias aberto ininterruptamente das 11.30h às 22h. Por enquanto, a oferta gastronómica é constituída por pratos de charcutaria (12 €/três variedades, 22 €/cinco variedades), queijo de cabra fundido com mel (16€), sanduíches de bacon (6€), de mortadela (12€) e tosta mista trufada (16€). Na parte da mercearia, além de muitos vinhos naturais, incluindo estrangeiros, charcutaria vária, presunto, queijos, conservas de peixe e de vegetais, azeites, vinagres, molhos, chutneys, ervas aromáticas ou compotas. “O mais importante nesta fase foi conseguir abrir, espero que em pouco tempo consiga ter uma oferta semelhante à que apresento no restaurante de Campo de Ourique”, adianta Miguel Peres. E, garante, não faltará a “bifana porcalhona”, um dos grandes êxitos da casa.
Tem sido um processo demorado, que ainda não está concluído, mas o facto é que um juiz já autorizou Miguel Peres a não só abrir o Pigmeu na Ribeira, mas também a servir lá refeições ligeiras. Tudo porque a Câmara Municipal de Lisboa terá querido retirar a licença ao espaço, que fica num corredor adjacente ao Time Out Market, onde outrora a alentejana Herdade do Freixo Meio tinha uma loja, que encerrou por causa da pandemia, na qual também se serviam refeições. O responsável do Pigmeu, conhecido restaurante de Campo de Ourique (que se mantém como sempre) e parceiro de longa data da Herdade do Freixo do Meio, decidiu ir para tribunal e conseguiu abrir apresentando uma gama exclusivamente de produtos biológicos certificados, na linha do que fazia o Freixo do Meio, destacando- se também a oferta de vinhos naturais, disponibilizando ainda 15 lugares sentados, espalhados pelo espaço.
“O grande problema agora é conseguir arranjar pessoas para trabalhar”, disse Miguel Peres ao Mesa Marcada. “Para já, só vou estar eu, mas espero em breve encontrar mais pessoas para ajudar”. Com essa grande restrição, o Pigmeu da Ribeira não está a funcionar ao fim de semana, nem à segunda-feira, ficando nos restantes dias aberto ininterruptamente das 11.30h às 22h. Por enquanto, a oferta gastronómica é constituída por pratos de charcutaria (12 €/três variedades, 22 €/cinco variedades), queijo de cabra fundido com mel (16€), sanduíches de bacon (6€), de mortadela (12€) e tosta mista trufada (16€). Na parte da mercearia, além de muitos vinhos naturais, incluindo estrangeiros, charcutaria vária, presunto, queijos, conservas de peixe e de vegetais, azeites, vinagres, molhos, chutneys, ervas aromáticas ou compotas. “O mais importante nesta fase foi conseguir abrir, espero que em pouco tempo consiga ter uma oferta semelhante à que apresento no restaurante de Campo de Ourique”, adianta Miguel Peres. E, garante, não faltará a “bifana porcalhona”, um dos grandes êxitos da casa.
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