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Leitão da Bairrada quer ter Indicação Geográfica Protegida

É sabido que aquilo que muitas vezes encontramos com a denominação de Leitão da Bairrada nem sempre corresponderá ao que se espera de tão justamente renomada iguaria. Por isso, é de saudar a iniciativa da Associação Rota da Bairrada em liderar um processo cujo objetivo, segundo comunicado enviado à Comunicação Social, “é definir e aprovar: o nome do produto, a área geográfica para a criação e produção, as características físico-químicas do leitão (carcaça), o modo de confeção, entre outras questões que possam ser levantadas”, de modo a qualificar o Leitão da Bairrada com uma Indicação Geográfica Protegida (IGP).

Além da referida associação, estão envolvidos no processo outras entidades como a Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB), representantes dos Municípios da região, o Turismo do Centro de Portugal (TCP) e um conjunto de agentes económicos da fileira do Leitão da Bairrada. A Associação Portuguesa dos Ovos Moles de Aveiro (APOMA) foi contratada para assessorar no processo, “atendendo à sua experiência na certificação dos Ovos Moles de Aveiro e no Pão-de-Ló de Ovar”. No dia 10 de Novembro, no Quartel das Artes, em Oliveira do Bairro, vão realizar uma assembleia-geral para dar seguimento ao processo

Nasceu em Lisboa em 1963. Licenciou-se em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa e trabalhou em diversos jornais (Semanário, Diário Popular e Diário de Lisboa) e, depois, na área de comunicação empresarial. Em 1997, começou a colaborar com a revista “Fortuna” na área de gastronomia e vinhos. Em 1999, criou a página “Boa Vida” para o “Diário de Notícias”, que coordenou até Janeiro de 2009, com algumas interrupções. Entre 2007 e 2019, foi coordenador do Projecto Gastronomia da Associação de Turismo de Lisboa e, nesse âmbito, director do festival gastronómico Peixe em Lisboa, continuando a escrever artigos sobre gastronomia e restaurantes em várias publicações.

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