Para a sugestão de fim de semana deste mês, escolhemos o Pigmeu, em Lisboa, e o Olaias, na Figueira da Foz, dois restaurantes que, apesar de distintos a vários níveis, partilham características comuns: têm uma identidade própria, apresentam uma proposta com um certo vínculo à cozinha portuguesa, procuram evitar o desperdício, aproveitando ao máximo o produto, e, por último, fazem ambos parte do Guia Michelin – o primeiro estreou-se este ano com a distinção “Bib Gourmand” e o segundo tem vindo a ser recomendado desde a edição de 2024.
Acresce a este conjunto de características um pormenor adicional: para além de uma boa carta de vinhos, ambos os restaurantes não dispensam a cerveja, elegendo neste campo a Estrella Damm com a sua gama de referência. É de recordar que a marca está há vários anos associada à gastronomia, fruto do seu apoio a eventos relevantes no setor, como por exemplo, os nossos Prémios Mesa Marcada, dos quais é patrocinadora principal desde 2016. É neste contexto que surge esta rubrica em parceria. Deste modo, ao longo de 2025, iremos apresentar, mensalmente, duas sugestões de fim de semana, com restaurantes situados em diferentes regiões do país e que integrem a rede Estrella Damm.
Como referimos no início, este mês, a nossa eleição recaiu sobre o Pigmeu, em Lisboa, e o Olaias, na Figueira da Foz.
Pigmeu (Lisboa)
No coração de Campo de Ourique, em Lisboa, encontra-se o Pigmeu, um restaurante que faz do conceito nose-to-tail a sua filosofia central. Aqui, o porco é aproveitado de uma ponta à outra, respeitando o animal e reduzindo o desperdício. Trabalhando com produtores locais e biológicos, o Pigmeu propõe uma cozinha portuguesa contemporânea, consciente e criativa. “O nosso objetivo sempre foi respeitar o produto e trabalhar com o máximo aproveitamento do animal, mantendo o sabor e a identidade da cozinha portuguesa”, afirma ao Mesa Marcada Miguel Peres, responsável pelo restaurante, que conta ainda no seu emblemático espaço – que comemorou no ano passado o seu 10º aniversário – com nomes como Alexandre Ballarin, o chef que lidera a cozinha no dia-a-dia, e Alberto Teixeira, “a imagem de marca da casa”, como chefe de sala.
Da sua carta “composta por 1/3 vegetais, 1/3 miudezas e 1/3 carne de porco alentejano, criado solto”, pedimos a Miguel Peres que destacasse dois pratos da carta e uma sugestão de harmonização com Estrella Damm para cada um deles. Ele, generoso, enviou-nos três, começando com uma pequena provocação, o Picapau de Tubarão, que apesar do nome, está na cara que não é um prato de peixe. “O picapau é um dos pratos mais vendidos do Pigmeu. Sempre que o João, do talho, nos trazia os tubaros, fazia a mesma piada: ‘estes, como são grandes, são os tubarões!’. Um dia, decidimos mudar o nome do prato para picapau de tubarão, e a partir daí as pessoas começaram a perguntar o que era. De repente, falávamos do prato em quase todas as mesas e as vendas dispararam”, refere Miguel Peres, a sorrir. Segundo ele, a combinação da mostarda e dos pickles faz desta receita a companhia ideal para a Voll-Damm, a cerveja da gama Estrella Damm “cujas notas amargas equilibram os sabores do prato”.
A segunda sugestão é a Couve, Caldo de Pés e Berbigão. “Este é um prato novo, que pode parecer estranho à partida, mas que é claramente uma das coisas mais deliciosas do menu”. Pode parecer falta de modéstia, mas só a descrição deixa-nos a salivar:“o caldo, rico e gelatinoso, ganha frescura com a acidez equilibrada e a intensidade dos coentros, enquanto a couve grelhada e o berbigão adicionam complexidade ao conjunto”. Para acompanhar, Peres escolheu a Inedit Damm, uma cerveja gastronómica que complementa as notas frescas e aromáticas do prato”.
Por último, Miguel Peres não poderia deixar de sugerir a Bifana Porcalhona. “Quem não conhece a Porcalhona devia conhecer!”, diz ele, como bom marketeer, Ou, vá, como markteer do bem. A versão do Pigmeu deste clássico português é servida num bolo do caco feito na casa, com batata-doce fermentada, recheado com carne de porco alentejano biológico finamente cortada e regada com muito molho. “Com esta só há um pairing possível: a nossa imperial Estrella Damm, saída daquela que é provavelmente a melhor máquina da marca instalada em Lisboa, sempre a estalar de gelada e com a espuma no ponto certo”. E embora fuja um pouco ao título desta publicação o Miguel Peres pede para que seja referido que de Segunda a Sexta, têm um menu almoço com snack, entrada e prato principal, sempre diferente todas as semanas, por 17€. “Como gostamos de dizer é o único restaurante do guia michelin com um menu a 17€”. (P.S. Alguém falou em marketeer do bem? 🙂
bifana porcalhona (foto: Joana Freitas)
(foto: Joana Freitas)
(foto: Joana Freitas)
Miguel Peres (ao centro), com a sua equipa (foto: Joana Freitas)
Couve, Caldo de Pés e Berbigão
Morada: Rua 4 de Infantaria 68B, Campo de Ourique, Lisboa | Tel: 21 825 2990 Horário: Segunda a Sábado, 12:30-15:00 e 19:30-22:30; encerra ao Domingo.
Olaias (Figueira da Foz)
No Olaias, a proposta é diferente mas tem igualmente identidade e propósito. Situado na Figueira da Foz, o restaurante aposta numa cozinha de proximidade, onde o respeito pelo produto e o conforto à mesa são essenciais. “Queremos oferecer uma experiência autêntica, num ambiente confortável e descontraído, com um serviço atencioso e conhecedor”, explica Pedro Ferreira, proprietário e escanção, que antes de se estabelecer por conta própria na Figueira, em 2021, com a sua mulher e chef Mónica Gomes, foi sommelier do restaurante Pedro Lemos e do mítico comboio The Presidential.
A proximidade com o Baixo Mondego faz com que o arroz seja naturalmente um elemento central na carta do Olaias. “Trabalhamos diretamente com produtores locais e o arroz carolino do Mondego de peixe é um dos pratos que melhor representa a nossa cozinha”. Além dos arrozes caldosos e cremosos, destacam-se também os arrozes de forno, como o de polvo e o de peixe e gambas.
Entre as sugestões de harmonização, Pedro Ferreira destaca o Arroz Carolino do Mondego Caldoso de Garoupa Selvagem. “O arroz ganha complexidade com a adição de tomate, pimento vermelho, açafrão-das-índias e coentros, o que cria uma ligação perfeita com a Inedit, uma cerveja que se destaca pela sua frescura e notas condimentadas, que complementam na perfeição os sabores do prato”.
Outra opção imperdível é o Arroz Carolino do Mondego de Forno com Pato e aqui a maridagem com Estrella Damm, vai para a Bock Damm, cujas “notas tostadas que lembram café, algum amargor e um toque de doçura, se ligam muito bem à carne adocicada do pato e à profundidade de sabor conferida pelos enchidos e pelo assado dos ossos” – palavra de escanção.
Já agora, se quiser fechar com chave de ouro, que tal umas farófias com creme inglês ou um pão de ló húmido com flor de sal e gelado de queijo de cabra?
arroz carolino do Mondego de forno de pato
Arroz carolino do Mondego com peixe selvagem
Pedro Ferreira e Mónica Gomes
Morada: Centro de Artes e Espetáculos, Rua Abade Pedro nº2, Figueira da Foz Tel: 937408125 Horário: Terça a Sábado, 12:30-14:30 e 19:30-23:00; encerra Domingo e Segunda
Parceria / Conteúdo Patrocinado. A escolha dos restaurantes é efectuada pelo Mesa Marcada a partir de uma lista restaurantes da rede de clientes da Estrella Damm o Mesa Marcada a partir de uma lista restaurantes da rede de clientes da marca
Para a sugestão de fim de semana deste mês, escolhemos o Pigmeu, em Lisboa, e o Olaias, na Figueira da Foz, dois restaurantes que, apesar de distintos a vários níveis, partilham características comuns: têm uma identidade própria, apresentam uma proposta com um certo vínculo à cozinha portuguesa, procuram evitar o desperdício, aproveitando ao máximo o produto, e, por último, fazem ambos parte do Guia Michelin – o primeiro estreou-se este ano com a distinção “Bib Gourmand” e o segundo tem vindo a ser recomendado desde a edição de 2024.
Acresce a este conjunto de características um pormenor adicional: para além de uma boa carta de vinhos, ambos os restaurantes não dispensam a cerveja, elegendo neste campo a Estrella Damm com a sua gama de referência.
É de recordar que a marca está há vários anos associada à gastronomia, fruto do seu apoio a eventos relevantes no setor, como por exemplo, os nossos Prémios Mesa Marcada, dos quais é patrocinadora principal desde 2016. É neste contexto que surge esta rubrica em parceria. Deste modo, ao longo de 2025, iremos apresentar, mensalmente, duas sugestões de fim de semana, com restaurantes situados em diferentes regiões do país e que integrem a rede Estrella Damm.
Como referimos no início, este mês, a nossa eleição recaiu sobre o Pigmeu, em Lisboa, e o Olaias, na Figueira da Foz.
Pigmeu (Lisboa)
No coração de Campo de Ourique, em Lisboa, encontra-se o Pigmeu, um restaurante que faz do conceito nose-to-tail a sua filosofia central. Aqui, o porco é aproveitado de uma ponta à outra, respeitando o animal e reduzindo o desperdício. Trabalhando com produtores locais e biológicos, o Pigmeu propõe uma cozinha portuguesa contemporânea, consciente e criativa.
“O nosso objetivo sempre foi respeitar o produto e trabalhar com o máximo aproveitamento do animal, mantendo o sabor e a identidade da cozinha portuguesa”, afirma ao Mesa Marcada Miguel Peres, responsável pelo restaurante, que conta ainda no seu emblemático espaço – que comemorou no ano passado o seu 10º aniversário – com nomes como Alexandre Ballarin, o chef que lidera a cozinha no dia-a-dia, e Alberto Teixeira, “a imagem de marca da casa”, como chefe de sala.
Da sua carta “composta por 1/3 vegetais, 1/3 miudezas e 1/3 carne de porco alentejano, criado solto”, pedimos a Miguel Peres que destacasse dois pratos da carta e uma sugestão de harmonização com Estrella Damm para cada um deles. Ele, generoso, enviou-nos três, começando com uma pequena provocação, o Picapau de Tubarão, que apesar do nome, está na cara que não é um prato de peixe. “O picapau é um dos pratos mais vendidos do Pigmeu. Sempre que o João, do talho, nos trazia os tubaros, fazia a mesma piada: ‘estes, como são grandes, são os tubarões!’. Um dia, decidimos mudar o nome do prato para picapau de tubarão, e a partir daí as pessoas começaram a perguntar o que era. De repente, falávamos do prato em quase todas as mesas e as vendas dispararam”, refere Miguel Peres, a sorrir. Segundo ele, a combinação da mostarda e dos pickles faz desta receita a companhia ideal para a Voll-Damm, a cerveja da gama Estrella Damm “cujas notas amargas equilibram os sabores do prato”.
A segunda sugestão é a Couve, Caldo de Pés e Berbigão. “Este é um prato novo, que pode parecer estranho à partida, mas que é claramente uma das coisas mais deliciosas do menu”. Pode parecer falta de modéstia, mas só a descrição deixa-nos a salivar:“o caldo, rico e gelatinoso, ganha frescura com a acidez equilibrada e a intensidade dos coentros, enquanto a couve grelhada e o berbigão adicionam complexidade ao conjunto”. Para acompanhar, Peres escolheu a Inedit Damm, uma cerveja gastronómica que complementa as notas frescas e aromáticas do prato”.
Por último, Miguel Peres não poderia deixar de sugerir a Bifana Porcalhona. “Quem não conhece a Porcalhona devia conhecer!”, diz ele, como bom marketeer, Ou, vá, como markteer do bem. A versão do Pigmeu deste clássico português é servida num bolo do caco feito na casa, com batata-doce fermentada, recheado com carne de porco alentejano biológico finamente cortada e regada com muito molho. “Com esta só há um pairing possível: a nossa imperial Estrella Damm, saída daquela que é provavelmente a melhor máquina da marca instalada em Lisboa, sempre a estalar de gelada e com a espuma no ponto certo”. E embora fuja um pouco ao título desta publicação o Miguel Peres pede para que seja referido que de Segunda a Sexta, têm um menu almoço com snack, entrada e prato principal, sempre diferente todas as semanas, por 17€. “Como gostamos de dizer é o único restaurante do guia michelin com um menu a 17€”. (P.S. Alguém falou em marketeer do bem? 🙂
Morada: Rua 4 de Infantaria 68B, Campo de Ourique, Lisboa | Tel: 21 825 2990
Horário: Segunda a Sábado, 12:30-15:00 e 19:30-22:30; encerra ao Domingo.
Olaias (Figueira da Foz)
No Olaias, a proposta é diferente mas tem igualmente identidade e propósito. Situado na Figueira da Foz, o restaurante aposta numa cozinha de proximidade, onde o respeito pelo produto e o conforto à mesa são essenciais. “Queremos oferecer uma experiência autêntica, num ambiente confortável e descontraído, com um serviço atencioso e conhecedor”, explica Pedro Ferreira, proprietário e escanção, que antes de se estabelecer por conta própria na Figueira, em 2021, com a sua mulher e chef Mónica Gomes, foi sommelier do restaurante Pedro Lemos e do mítico comboio The Presidential.
A proximidade com o Baixo Mondego faz com que o arroz seja naturalmente um elemento central na carta do Olaias. “Trabalhamos diretamente com produtores locais e o arroz carolino do Mondego de peixe é um dos pratos que melhor representa a nossa cozinha”. Além dos arrozes caldosos e cremosos, destacam-se também os arrozes de forno, como o de polvo e o de peixe e gambas.
Entre as sugestões de harmonização, Pedro Ferreira destaca o Arroz Carolino do Mondego Caldoso de Garoupa Selvagem. “O arroz ganha complexidade com a adição de tomate, pimento vermelho, açafrão-das-índias e coentros, o que cria uma ligação perfeita com a Inedit, uma cerveja que se destaca pela sua frescura e notas condimentadas, que complementam na perfeição os sabores do prato”.
Outra opção imperdível é o Arroz Carolino do Mondego de Forno com Pato e aqui a maridagem com Estrella Damm, vai para a Bock Damm, cujas “notas tostadas que lembram café, algum amargor e um toque de doçura, se ligam muito bem à carne adocicada do pato e à profundidade de sabor conferida pelos enchidos e pelo assado dos ossos” – palavra de escanção.
Já agora, se quiser fechar com chave de ouro, que tal umas farófias com creme inglês ou um pão de ló húmido com flor de sal e gelado de queijo de cabra?
Morada: Centro de Artes e Espetáculos, Rua Abade Pedro nº2, Figueira da Foz
Tel: 937408125
Horário: Terça a Sábado, 12:30-14:30 e 19:30-23:00; encerra Domingo e Segunda
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