Vencer a etapa ibérica do S.Pellegrino Young Chef Academy, que premeia os melhores chefes de cozinha com menos de 30 anos,já tinha sido um feito enorme, numa fase do campeonato que, como outros assuntos ibéricos relacionados com a gastronomia, foi sempre muito centrada no país vizinho (do local da etapa, aos concorrentes, passando pelos vencedores anteriores). Acontece, que esse feito até já parece algo secundário, uma vez, que o jovem chef do Fifty Seconds, em Lisboa, acabou de arrebatar, ontem, em Milão, a final do concurso mundial.
Salvador Sobral, perdão, Nelson Freitas conquistou grande júri do S.Pellegrino Young Chef Academy, composto por craques, como Pía León, Riccardo Camanini, Hélène Darroze, Vicky Lau e Nancy Silverton, com o seu prato “Salmonete crocante, ouriço-do-mar e alho preto caseiro”, inspirado na sua paixão pelo mar português.
Freitas, que nas vésperas do evento se mostrava entusiasmado, mas nervoso, teve como mentor Filipe Carvalho que deu o seu apoio não apenas no local, mas em todo o processo. “Tive em conta todas as sugestões que ele me deu (os sabores do mar, os sabores do peixe de Viana do Castelo, de onde o chef é natural) e ajudei a que a ideia dele ganhasse força – ele estava muito empenhado e trabalhava no prato nos seus dias de folga”, confessou o jovem cozinheiro, que referiu que o prato foi igualmente testado à mesa do Fifty Seconds: “também incluímos o prato na ementa do nosso restaurante, pois a melhor forma de nos educarmos é ouvir a opinião dos nossos clientes”.
Nelson Freitas, na prova final, apoiado pelo seu mentor Felipe Carvalho“Salmonete crocante, ouriço do mar e alho negro caseiro”, o prato com que o chef português conquistou o júri
Porém, se a vitória Nelson Freitas foi uma espécie de celebração do Natal, Fim de Ano e férias de Verão num mesmo dia, podemos igualmente incluir as férias de Páscoa, uma vez que houve mais um galardão para Portugal, o Prémio S.Pellegrino de Responsabilidade Social, para o chef Artur Gomes pelo prato “ bolbo de aipo Vale das Lobas”, proposta que, segundo a organização, “interpreta o princípio de que a comida é melhor quando resulta de práticas socialmente responsáveis”.
Artur Gomes, a receber o prémio “S.Pellegrino Award for Social Responsibility”
Vencer a etapa ibérica do S.Pellegrino Young Chef Academy, que premeia os melhores chefes de cozinha com menos de 30 anos, já tinha sido um feito enorme, numa fase do campeonato que, como outros assuntos ibéricos relacionados com a gastronomia, foi sempre muito centrada no país vizinho (do local da etapa, aos concorrentes, passando pelos vencedores anteriores). Acontece, que esse feito até já parece algo secundário, uma vez, que o jovem chef do Fifty Seconds, em Lisboa, acabou de arrebatar, ontem, em Milão, a final do concurso mundial.
Salvador Sobral, perdão, Nelson Freitas conquistou grande júri do S.Pellegrino Young Chef Academy, composto por craques, como Pía León, Riccardo Camanini, Hélène Darroze, Vicky Lau e Nancy Silverton, com o seu prato “Salmonete crocante, ouriço-do-mar e alho preto caseiro”, inspirado na sua paixão pelo mar português.
Freitas, que nas vésperas do evento se mostrava entusiasmado, mas nervoso, teve como mentor Filipe Carvalho que deu o seu apoio não apenas no local, mas em todo o processo. “Tive em conta todas as sugestões que ele me deu (os sabores do mar, os sabores do peixe de Viana do Castelo, de onde o chef é natural) e ajudei a que a ideia dele ganhasse força – ele estava muito empenhado e trabalhava no prato nos seus dias de folga”, confessou o jovem cozinheiro, que referiu que o prato foi igualmente testado à mesa do Fifty Seconds: “também incluímos o prato na ementa do nosso restaurante, pois a melhor forma de nos educarmos é ouvir a opinião dos nossos clientes”.
Porém, se a vitória Nelson Freitas foi uma espécie de celebração do Natal, Fim de Ano e férias de Verão num mesmo dia, podemos igualmente incluir as férias de Páscoa, uma vez que houve mais um galardão para Portugal, o Prémio S.Pellegrino de Responsabilidade Social, para o chef Artur Gomes pelo prato “ bolbo de aipo Vale das Lobas”, proposta que, segundo a organização, “interpreta o princípio de que a comida é melhor quando resulta de práticas socialmente responsáveis”.
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