Segundo um comunicado de imprensa acabado de chegar, o restaurante Alma, de Henrique Sá Pessoa, encerrará no final de 2025, ao fim de dez anos no Chiado. O anúncio marca não só a mudança de localização do projeto — com nova abertura prevista para o início de 2026 em Lisboa — como também o fim da ligação ao grupo Plateform, parceiro do chef desde a fundação do restaurante.
Aberto em 2015, o Alma tornou-se uma das principais referências da gastronomia contemporânea em Portugal. Reconhecido pela crítica e pelo público, conquistou duas estrelas Michelin e ajudou a projetar a cozinha de Sá Pessoa dentro e fora do país.
No comunicado, o chef fala de uma decisão ponderada: “Encerrar o Alma no Chiado e arriscar abrir noutra morada da cidade, é uma decisão com muito impacto emocional, mas profundamente ponderada. Foram dez anos de entrega absoluta de todas as equipas, que me definiram enquanto chef e enquanto criador. Mas acredito que, para continuar a evoluir, é preciso saber também criar desafios, e abrir espaço para algo novo.”
A nova etapa será também marcada por maior autonomia empresarial. Após uma década de parceria com a Plateform, liderada por Rui Sanches, Henrique Sá Pessoa seguirá agora de forma independente. O grupo, contudo, continuará a gerir projetos que contaram com a sua colaboração, como o Tapisco, no Príncipe Real, e o Balcão, no El Corte Inglès.
De ambos os lados, o tom é de reconhecimento e aparentemente amigável. Sá Pessoa salienta que “sem a Plateform dificilmente o Alma teria chegado onde chegou, e alcançado as estrelas Michelin”. Já Rui Sanches afirma que “ter feito parte destes 10 anos de história do Alma com o Henrique foi um orgulho para toda a Plateform” e garante que será dos primeiros clientes do novo espaço.
Até ao final de 2025, o Alma continuará a funcionar no Chiado, dando oportunidade aos clientes de se despedirem de uma casa que marcou a última década da gastronomia portuguesa.
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Segundo um comunicado de imprensa acabado de chegar, o restaurante Alma, de Henrique Sá Pessoa, encerrará no final de 2025, ao fim de dez anos no Chiado. O anúncio marca não só a mudança de localização do projeto — com nova abertura prevista para o início de 2026 em Lisboa — como também o fim da ligação ao grupo Plateform, parceiro do chef desde a fundação do restaurante.
Aberto em 2015, o Alma tornou-se uma das principais referências da gastronomia contemporânea em Portugal. Reconhecido pela crítica e pelo público, conquistou duas estrelas Michelin e ajudou a projetar a cozinha de Sá Pessoa dentro e fora do país.
No comunicado, o chef fala de uma decisão ponderada: “Encerrar o Alma no Chiado e arriscar abrir noutra morada da cidade, é uma decisão com muito impacto emocional, mas profundamente ponderada. Foram dez anos de entrega absoluta de todas as equipas, que me definiram enquanto chef e enquanto criador. Mas acredito que, para continuar a evoluir, é preciso saber também criar desafios, e abrir espaço para algo novo.”
A nova etapa será também marcada por maior autonomia empresarial. Após uma década de parceria com a Plateform, liderada por Rui Sanches, Henrique Sá Pessoa seguirá agora de forma independente. O grupo, contudo, continuará a gerir projetos que contaram com a sua colaboração, como o Tapisco, no Príncipe Real, e o Balcão, no El Corte Inglès.
De ambos os lados, o tom é de reconhecimento e aparentemente amigável. Sá Pessoa salienta que “sem a Plateform dificilmente o Alma teria chegado onde chegou, e alcançado as estrelas Michelin”. Já Rui Sanches afirma que “ter feito parte destes 10 anos de história do Alma com o Henrique foi um orgulho para toda a Plateform” e garante que será dos primeiros clientes do novo espaço.
Até ao final de 2025, o Alma continuará a funcionar no Chiado, dando oportunidade aos clientes de se despedirem de uma casa que marcou a última década da gastronomia portuguesa.
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