Acaba de ser noticiado pelo Público — num texto de Cláudia Lima Carvalho — o encerramento do Arkhe, o restaurante de alta cozinha vegetariana de João Ricardo Alves e Alejandro Chávarro, distinguido este ano com uma estrela Michelin. A porta fecha já no final de Novembro e o espaço, no Rato, está à venda.
Segundo o Público, não houve ruptura entre os dois responsáveis, mas uma decisão conjunta de terminar um ciclo. A vontade de abrandar o ritmo, conciliando exigências familiares com um negócio que consome muitas horas, pesou na escolha. Também o contexto económico — custos a subir e margens cada vez mais estreitas, sobretudo para estruturas independentes — parece ter tido a sua influência.
Os clientes habituais foram avisados e estão a ser servidos os últimos jantares. O objectivo, explicam, foi garantir uma saída serena, sem colocar a equipa numa situação difícil. O restaurante, que em 2023 se mudara para o Rato, está à venda por 475 mil euros.
A distinção Michelin trouxe maior visibilidade, mas não o fôlego prolongado que noutros países se verifica, refere ainda Alejandro. O Arkhe nunca fez da estrela uma bandeira de marketing, optando por manter um perfil discreto, algo que não foi muito bem compreendido no meio e que levantou alguma especulação quanto ao futuro do projecto.
Como aponta ainda o Público, com este encerramento, o Encanto, de José Avillez (chefiado por Diogo Formiga), fica como o único restaurante vegetariano com estrela Michelin em Portugal.
Quanto ao futuro, não há anúncios concretos. Alejandro admite afastar-se, por agora, da operação de restaurante, podendo dedicar-se à formação e ao serviço de sala — área em que construiu grande parte do seu percurso internacional.
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Acaba de ser noticiado pelo Público — num texto de Cláudia Lima Carvalho — o encerramento do Arkhe, o restaurante de alta cozinha vegetariana de João Ricardo Alves e Alejandro Chávarro, distinguido este ano com uma estrela Michelin. A porta fecha já no final de Novembro e o espaço, no Rato, está à venda.
Segundo o Público, não houve ruptura entre os dois responsáveis, mas uma decisão conjunta de terminar um ciclo. A vontade de abrandar o ritmo, conciliando exigências familiares com um negócio que consome muitas horas, pesou na escolha. Também o contexto económico — custos a subir e margens cada vez mais estreitas, sobretudo para estruturas independentes — parece ter tido a sua influência.
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Como aponta ainda o Público, com este encerramento, o Encanto, de José Avillez (chefiado por Diogo Formiga), fica como o único restaurante vegetariano com estrela Michelin em Portugal.
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