São estes os nomeados ao Prémio Especial Lexus Empresário de Restauração do Ano 2025
Conheça os cinco nomeados ao Prémio Especial Lexus Empresário de Restauração do Ano 2025, uma distinção dos Prémios Mesa Marcada que valoriza os percursos empresariais mais relevantes da restauração portuguesa.
O papel do empresário, ou do “restaurateur”, é determinante na construção, crescimento e sustentabilidade de um restaurante. O Prémio Especial Lexus Empresário de Restauração do Ano, atribuído no âmbito dos Prémios Mesa Marcada, distingue não em particular o investidor financeiro, mas sobretudo o profissional que está envolvido activamente na definição da estratégia, na gestão das equipas e na consolidação dos projectos ao longo do tempo.
O empresário de restauração pode assumir múltiplos perfis: do gestor que estrutura grupos com vários conceitos ao anfitrião presente no dia-a-dia das casas; do criador de marcas com vocação de escala ao chef que, apoiado por equipas sólidas, consegue conciliar exigência gastronómica com responsabilidade empresarial. Esta diversidade reflecte a complexidade de um sector onde visão, risco e consistência caminham lado a lado.
Na selecção deste prémio, o júri — composto por empresários e directores de restaurantes, fornecedores, jornalistas especializados e outros profissionais do sector — votou nos percursos empresariais que se destacam pela coerência dos projectos, pela capacidade de desenvolvimento sustentado e pela influência exercida no panorama da restauração. À semelhança de edições anteriores, ficaram excluídos desta distinção modelos associados a grandes cadeias ou franquias, privilegiando-se percursos ligados à restauração de autor e de gestão própria, ainda que com diferentes escalas de operação.
Concluído o processo de votação, destacaram-se cinco nomes que passam a integrar a lista de nomeados ao Prémio Especial Lexus Empresário de Restauração do Ano 2025.
Nomeados:
Miguel Garcia — Grupo São Bento Com uma longa experiência em hotelaria, Miguel Garcia criou o Grupo São Bento, em 2022, a partir da aquisição do emblemático Café de São Bento, em Lisboa. O grupo cresceu em menos de três anos com novas casas como o Bougain (primeiro em Cascais e mais recentemente também em Lisboa), o Corleone (Cascais) e a recuperação do histórico Snob Bar (Lisboa), mantendo uma estratégia de expansão sustentada a partir de conceitos bem definidos. Em 2025, o grupo voltou a estar em evidência com novas aberturas anunciadas, reforçando a lógica de crescimento por extensão de marcas âncora.
Olivier da Costa — Grupo Olivier Olivier da Costa é um dos empresários mais mediáticos e polémicos da restauração nacional, responsável pela criação de um grupo com forte presença em Portugal e projectos em vários países. O Grupo Olivier caracteriza-se por conceitos de identidade vincada, grande atenção ao ambiente, ao design e à experiência global, frequentemente associados a localizações estratégicas e parcerias com hotéis e outros operadores. Entre os projectos mais conhecidos contam-se o Guilty, Yakuza, Seen, XXL, Àcosta e o Mimi — este com outro tipo de ambições gastronómicas. Em 2025, o “chefpreneur”, como se autodenomina, manteve uma dinâmica activa de renovação e lançamento de conceitos, consolidando uma abordagem empresarial centrada na marca, na escala e na diversificação de formatos.
Ricardo Graça Moura — Grupo Flow No Grupo Flow, Ricardo Graça Moura tem vindo a desenvolver, em parceria com Paulo Freire, um conjunto de projectos que cruzam restauração, lifestyle e entretenimento, com uma identidade própria no panorama urbano do Porto. O grupo inclui restaurantes como o Flow, o Mistu e extensões mais recentes como o Okra, tendo reforçado o portefólio em 2025 com a abertura do Barôco, um novo conceito que combina restaurante e cocktail bar. O seu percurso empresarial destaca-se pela criação contínua de conceitos e pela construção gradual de um universo coerente de marcas.
Rui Paula — Grupo Rui Paula Rui Paula é o único nome desta selecção que reúne, de forma inequívoca, a dupla condição de chef de cozinha de topo e empresário de restauração. Líder nato, à frente do Grupo Rui Paula, além de várias consultorias, gere projectos de elevada exigência gastronómica, como a Casa de Chá da Boa Nova, em Leça (2 estrelas Michelin), ou ainda casas como o DOC (Douro) e o DOP (Porto), conciliando criação gastronómica com gestão empresarial. Em 2025, o DOC assinalou 18 anos de actividade, acompanhados por um investimento significativo e uma intervenção estrutural que reforçou o posicionamento do restaurante. O seu percurso evidencia uma visão empresarial ancorada na consistência, na formação de equipas e na sustentabilidade a longo prazo.
Vasco Mourão — Grupo Cafeína Vasco Mourão é o fundador do Cafeína, projecto que em 2025 assinalou 30 anos de actividade contínua na Foz do Douro. Desde a abertura, construiu um conjunto de espaços com identidade própria, atentos ao ambiente, ao serviço e à relação com o cliente, consolidando-se como referência na cidade. Ao longo de três décadas, manteve uma visão pessoal da restauração, privilegiando consistência e carácter em detrimento de modas passageiras. Para além do Cafeína, desenvolveu outros projectos na Foz, sempre com forte ligação ao lugar. O seu percurso evidencia uma combinação de longevidade, coerência e sentido de hospitalidade que o distingue no panorama nacional.
O vencedor do Prémio Especial Lexus Empresário de Restauração do Ano 2025 juntar-se-á a Vasco Coelho Santos, Rui Sanches, Miguel Guedes de Sousa e José Avillez, distinguidos em edições anteriores. O seu nome, tal como o dos restantes prémios especiais e das listas dos Restaurantes Preferidos do Mesa Marcada, será revelado já no próximo dia 2 de Fevereiro, durante a cerimónia dos Prémios Mesa Marcada, que terá lugar no Centro de Congressos do Estoril.
O papel do empresário, ou do “restaurateur”, é determinante na construção, crescimento e sustentabilidade de um restaurante. O Prémio Especial Lexus Empresário de Restauração do Ano, atribuído no âmbito dos Prémios Mesa Marcada, distingue não em particular o investidor financeiro, mas sobretudo o profissional que está envolvido activamente na definição da estratégia, na gestão das equipas e na consolidação dos projectos ao longo do tempo.
O empresário de restauração pode assumir múltiplos perfis: do gestor que estrutura grupos com vários conceitos ao anfitrião presente no dia-a-dia das casas; do criador de marcas com vocação de escala ao chef que, apoiado por equipas sólidas, consegue conciliar exigência gastronómica com responsabilidade empresarial. Esta diversidade reflecte a complexidade de um sector onde visão, risco e consistência caminham lado a lado.
Na selecção deste prémio, o júri — composto por empresários e directores de restaurantes, fornecedores, jornalistas especializados e outros profissionais do sector — votou nos percursos empresariais que se destacam pela coerência dos projectos, pela capacidade de desenvolvimento sustentado e pela influência exercida no panorama da restauração. À semelhança de edições anteriores, ficaram excluídos desta distinção modelos associados a grandes cadeias ou franquias, privilegiando-se percursos ligados à restauração de autor e de gestão própria, ainda que com diferentes escalas de operação.
Concluído o processo de votação, destacaram-se cinco nomes que passam a integrar a lista de nomeados ao Prémio Especial Lexus Empresário de Restauração do Ano 2025.
Nomeados:
Miguel Garcia — Grupo São Bento
Com uma longa experiência em hotelaria, Miguel Garcia criou o Grupo São Bento, em 2022, a partir da aquisição do emblemático Café de São Bento, em Lisboa. O grupo cresceu em menos de três anos com novas casas como o Bougain (primeiro em Cascais e mais recentemente também em Lisboa), o Corleone (Cascais) e a recuperação do histórico Snob Bar (Lisboa), mantendo uma estratégia de expansão sustentada a partir de conceitos bem definidos. Em 2025, o grupo voltou a estar em evidência com novas aberturas anunciadas, reforçando a lógica de crescimento por extensão de marcas âncora.
Olivier da Costa — Grupo Olivier
Olivier da Costa é um dos empresários mais mediáticos e polémicos da restauração nacional, responsável pela criação de um grupo com forte presença em Portugal e projectos em vários países. O Grupo Olivier caracteriza-se por conceitos de identidade vincada, grande atenção ao ambiente, ao design e à experiência global, frequentemente associados a localizações estratégicas e parcerias com hotéis e outros operadores. Entre os projectos mais conhecidos contam-se o Guilty, Yakuza, Seen, XXL, Àcosta e o Mimi — este com outro tipo de ambições gastronómicas. Em 2025, o “chefpreneur”, como se autodenomina, manteve uma dinâmica activa de renovação e lançamento de conceitos, consolidando uma abordagem empresarial centrada na marca, na escala e na diversificação de formatos.
Ricardo Graça Moura — Grupo Flow
No Grupo Flow, Ricardo Graça Moura tem vindo a desenvolver, em parceria com Paulo Freire, um conjunto de projectos que cruzam restauração, lifestyle e entretenimento, com uma identidade própria no panorama urbano do Porto. O grupo inclui restaurantes como o Flow, o Mistu e extensões mais recentes como o Okra, tendo reforçado o portefólio em 2025 com a abertura do Barôco, um novo conceito que combina restaurante e cocktail bar. O seu percurso empresarial destaca-se pela criação contínua de conceitos e pela construção gradual de um universo coerente de marcas.
Rui Paula — Grupo Rui Paula
Rui Paula é o único nome desta selecção que reúne, de forma inequívoca, a dupla condição de chef de cozinha de topo e empresário de restauração. Líder nato, à frente do Grupo Rui Paula, além de várias consultorias, gere projectos de elevada exigência gastronómica, como a Casa de Chá da Boa Nova, em Leça (2 estrelas Michelin), ou ainda casas como o DOC (Douro) e o DOP (Porto), conciliando criação gastronómica com gestão empresarial. Em 2025, o DOC assinalou 18 anos de actividade, acompanhados por um investimento significativo e uma intervenção estrutural que reforçou o posicionamento do restaurante. O seu percurso evidencia uma visão empresarial ancorada na consistência, na formação de equipas e na sustentabilidade a longo prazo.
Vasco Mourão — Grupo Cafeína
Vasco Mourão é o fundador do Cafeína, projecto que em 2025 assinalou 30 anos de actividade contínua na Foz do Douro. Desde a abertura, construiu um conjunto de espaços com identidade própria, atentos ao ambiente, ao serviço e à relação com o cliente, consolidando-se como referência na cidade. Ao longo de três décadas, manteve uma visão pessoal da restauração, privilegiando consistência e carácter em detrimento de modas passageiras. Para além do Cafeína, desenvolveu outros projectos na Foz, sempre com forte ligação ao lugar. O seu percurso evidencia uma combinação de longevidade, coerência e sentido de hospitalidade que o distingue no panorama nacional.
O vencedor do Prémio Especial Lexus Empresário de Restauração do Ano 2025 juntar-se-á a Vasco Coelho Santos, Rui Sanches, Miguel Guedes de Sousa e José Avillez, distinguidos em edições anteriores. O seu nome, tal como o dos restantes prémios especiais e das listas dos Restaurantes Preferidos do Mesa Marcada, será revelado já no próximo dia 2 de Fevereiro, durante a cerimónia dos Prémios Mesa Marcada, que terá lugar no Centro de Congressos do Estoril.
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